Politica

Em “tempos esquisitos”, Riedel fala no valor da segurança em prêmio da polícia

“Estamos atravessando tempos esquisitos no mundo, e esse estado que vai fazer 46 anos sabe que a segurança pública é integração, investimento e inteligência. Assistimos um evento nessa semana que irá transformar a geopolítica. Não dá para fazer guerra fria, jogo de interesse”, disse o governador Eduardo Riedel (PSDB), durante a solenidade que entrega medalhas de prêmio e mérito a policiais e personalidades no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, na noite desta segunda-feira (9), em Campo Grande.

Segundo o gestor tucano, Mato Grosso do Sul tem amparo na segurança pública, aliada a educação, esporte, cultura, saúde, políticas públicas que vão dar garantia de “não deixar ninguém para trás”. Já sobre o crime organizado, Riedel disse ter orgulho ao dizer que “todas as nossas instituições funcionam”.

A fala foi endossada pelo secretário de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira. Para ele, o momento é de despir de vaidades e mostrar os talentos de quem protege a população. “Carinho a todos os senhores que estão presentes nas nossas vidas e famílias nos momentos em que estamos cuidando dos filhos dos outros”.

O delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Roberto Gurgel, ressaltou que a solenidade não era celebrada desde 2018. “Hoje é um dia de festa. Nosso lema que está esculpido no distintivo e vai além. Hoje é dia de alegria porque sabemos que nossa instituição que se encontra em destaque e não é feita apenas pelos policiais, mas por cada um dos senhores que vem aqui como uma forma de gratidão daquilo que vocês entregam em nossas vidas para enfrentar a criminalidade”.

Conforme noticiado, a solenidade entrega medalhas de mérito policial àqueles que estão na segurança pública há 10, 20 e até 30 anos. Já figuras públicas foram agraciadas com medalhas de prêmio.

Entre os homenageados constam figuras públicas como os deputados estaduais Paulo Corrêa e João César Mattogrosso, ambos do PSDB, e Roberto Hashioka (União), a deputada federal Camila Jara (PT) e o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Bitto Pereira.

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